Ok, eu sei que pode parecer um lugar estranho pra começar, mas eu penso muito sobre minhas mãos. Eu nasci canhota. Meu pai também é canhoto, mais apesar disso ele é absolutamente certo de que eu sou destra. Eu penso que é porque ele sempre diz que os canhotos precisam de “aprender o mundo de trás pra frente”, e eu sei que ele passou por um período difícil tentando encontrar um violão pra canhotos tanto agora quanto antigamente. Qualquer que seja a razão, desde o momento que eu comecei a escrever, ele me obrigou a usar a mão direita. Funcionou. Então se você não gosta da minha letra manuscrita-converse com meu pai.
Apenas pra bagunçar com essa coisa de ser destra, eu através de um livro sobre caligrafia e comecei a me ensinar caracteres Chineses. Com minha mão direita. Num avião. Eu estava voando num vôo fretado de Los Angeles a Nova York. O vôo foi turbulento, a tinta espalhou no mínimo duas vezes e eu controlei tudo sozinha, o papel, a poltrona do avião, e, quando eu tentei limpar a bagunça, o banheiro. Minha mãe estava gritando comigo por espirrar tinta em todos os lugares, mais eu realmente estava focada.
A palavra caligrafia veio da Grécia e significa linda escrita. Acredite em mim, gente, se os Gregos vissem o que eu estava fazendo eles fariam uma palavra completamente nova pra isso. Mais eu estava imediatamente obcecada. I desenhei caracteres para “amor”, “sorte”, “vida” e “conhecimento” repetidamente, primeiro devagar e com cuidado como uma criança no jardim-de-infância aprendendo a escrever, depois mais rápido e melhor.
É uma boa coisa que o avião não era equipado para escrever em vôo, ou eu provavelmente nunca tentaria convencer o piloto pra tentar ferir um sinal pra “Rock On”.* Tem que ter um caracter Chinês pra isso, certo?
*seria como arrasar (eu acho). É uma expressão comum no vocabulário dos adolescentes de lá e é como uma gíria.
Apenas pra bagunçar com essa coisa de ser destra, eu através de um livro sobre caligrafia e comecei a me ensinar caracteres Chineses. Com minha mão direita. Num avião. Eu estava voando num vôo fretado de Los Angeles a Nova York. O vôo foi turbulento, a tinta espalhou no mínimo duas vezes e eu controlei tudo sozinha, o papel, a poltrona do avião, e, quando eu tentei limpar a bagunça, o banheiro. Minha mãe estava gritando comigo por espirrar tinta em todos os lugares, mais eu realmente estava focada.
A palavra caligrafia veio da Grécia e significa linda escrita. Acredite em mim, gente, se os Gregos vissem o que eu estava fazendo eles fariam uma palavra completamente nova pra isso. Mais eu estava imediatamente obcecada. I desenhei caracteres para “amor”, “sorte”, “vida” e “conhecimento” repetidamente, primeiro devagar e com cuidado como uma criança no jardim-de-infância aprendendo a escrever, depois mais rápido e melhor.
É uma boa coisa que o avião não era equipado para escrever em vôo, ou eu provavelmente nunca tentaria convencer o piloto pra tentar ferir um sinal pra “Rock On”.* Tem que ter um caracter Chinês pra isso, certo?
*seria como arrasar (eu acho). É uma expressão comum no vocabulário dos adolescentes de lá e é como uma gíria.
7 hobbies que eu fui obcecada por tipo 5 segundos
1. Caligrafia
2. Bordas
3. Trabalho de tricô por dois segundos
4. Scrapbooking
5. Ler sobre a história de vida do Einstein
6. Ser uma bióloga marinha
7. Alta costura
Algumas pessoas acreditam que o que você escreve manuscrito conta todos os seus segredos – que as inclinações, as voltas e pontos e os rabiscos de se escrever as pressas para – fazer uma lista ou um bilhete trocado em sala revela tudo que se tem pra saber sobre quem o escreveu. É uma boa idéia, mas de verdade a única coisa que eu penso que qualquer um pode saber sobre mim através da escrita é que eu deveria estar escrevendo com minha outra mão. Eu faço quase tudo mais – pentear meu cabelo, abrir portas, segurar o garfo e carregar a reins(?)* do meu cavalo –com minha mão esquerda. E, você sabe, meu pai tem um ponto – Eu penso que o mundo sente um pouco de trás pra frente algumas vezes mesmo quando eu estou tentando fazer tudo ir na direção certa.
*eu não sei a palavra pra isso mais pelo contexto eu acho que são as cordas que guiam o cavalo
1. Caligrafia
2. Bordas
3. Trabalho de tricô por dois segundos
4. Scrapbooking
5. Ler sobre a história de vida do Einstein
6. Ser uma bióloga marinha
7. Alta costura
Algumas pessoas acreditam que o que você escreve manuscrito conta todos os seus segredos – que as inclinações, as voltas e pontos e os rabiscos de se escrever as pressas para – fazer uma lista ou um bilhete trocado em sala revela tudo que se tem pra saber sobre quem o escreveu. É uma boa idéia, mas de verdade a única coisa que eu penso que qualquer um pode saber sobre mim através da escrita é que eu deveria estar escrevendo com minha outra mão. Eu faço quase tudo mais – pentear meu cabelo, abrir portas, segurar o garfo e carregar a reins(?)* do meu cavalo –com minha mão esquerda. E, você sabe, meu pai tem um ponto – Eu penso que o mundo sente um pouco de trás pra frente algumas vezes mesmo quando eu estou tentando fazer tudo ir na direção certa.
*eu não sei a palavra pra isso mais pelo contexto eu acho que são as cordas que guiam o cavalo
Talvez porque eu me sinta tão a par disso, que eu sempre fui super protetora em relação as minhas mãos. Eu sei, eu sei, é estranho**. Mas eu simplesmente sinto o quanto minhas mãos são importantes. A minha energia vem delas. Tudo que eu faço depende delas.
**nota da própria Miley, na margem do livro, eu sempre vou marcar com **, nessa nota ela diz: Você possivelmente lerá essa palavra muitas vezes nesse livro. Ou pelo menos é o que eu acho.
Minha mão direita é para arte. Eu a uso pra tocar violão e para escrever. Minha mão direita é para ser carinhosa. Para desembaraçar o cabelo da minha irmãzinha. Para segurar a mão dos meus amigos. Para confortar a Sophia, minha cadela, enquanto nos vamos dormir. (E ocasionalmente para dar uns tapas na cabeça do meu irmão Braison quando ele está me irritando. Eu sei- mais todo mundo tem seus limites!)
Eu deixo ambas as minhas mãos perambulares livremente pelo piano, procurando pelas notas certas. Minhas mãos colocam pra fora meus pensamentos quando eu escrevo no meu diário. Elas foliam através da minha Bíblia, encontrando verdades. A batida para uma nova canção surge quando eu batuco no topo da mesa. Eu sinto da minha própria forma através dos tempos difíceis. Tudo que eu quero fazer é ser artista e amada. Quem eu sou, o que eu digo e qualquer que seja a esperança e alegria que possa espalhar – tudo vem das minhas próprias mãos.
Eu sou canhota? Eu sou destra? Eu sou os dois? Eu sou uma atriz ou uma cantora? Eu sou uma pessoa pública ou uma pessoa privada? Porque eu não posso ser todas essas coisas? Eu estou na TV. Eu estou escrevendo um livro. Mas eu também amo ficar em casa com a minha família. E eu me sinto sozinha - de uma boa forma – dentro da minha cabeça. Eu sou a pessoa que vocês vêem na televisão, fotografias, mesmo neste livro? Ou somos todos nós, cada um de vocês, mais fechados e difíceis de definir? Quem sou eu pra dizer?
**nota da própria Miley, na margem do livro, eu sempre vou marcar com **, nessa nota ela diz: Você possivelmente lerá essa palavra muitas vezes nesse livro. Ou pelo menos é o que eu acho.
Minha mão direita é para arte. Eu a uso pra tocar violão e para escrever. Minha mão direita é para ser carinhosa. Para desembaraçar o cabelo da minha irmãzinha. Para segurar a mão dos meus amigos. Para confortar a Sophia, minha cadela, enquanto nos vamos dormir. (E ocasionalmente para dar uns tapas na cabeça do meu irmão Braison quando ele está me irritando. Eu sei- mais todo mundo tem seus limites!)
Eu deixo ambas as minhas mãos perambulares livremente pelo piano, procurando pelas notas certas. Minhas mãos colocam pra fora meus pensamentos quando eu escrevo no meu diário. Elas foliam através da minha Bíblia, encontrando verdades. A batida para uma nova canção surge quando eu batuco no topo da mesa. Eu sinto da minha própria forma através dos tempos difíceis. Tudo que eu quero fazer é ser artista e amada. Quem eu sou, o que eu digo e qualquer que seja a esperança e alegria que possa espalhar – tudo vem das minhas próprias mãos.
Eu sou canhota? Eu sou destra? Eu sou os dois? Eu sou uma atriz ou uma cantora? Eu sou uma pessoa pública ou uma pessoa privada? Porque eu não posso ser todas essas coisas? Eu estou na TV. Eu estou escrevendo um livro. Mas eu também amo ficar em casa com a minha família. E eu me sinto sozinha - de uma boa forma – dentro da minha cabeça. Eu sou a pessoa que vocês vêem na televisão, fotografias, mesmo neste livro? Ou somos todos nós, cada um de vocês, mais fechados e difíceis de definir? Quem sou eu pra dizer?
A maioria das pessoas me conhece como Hannah Montana, mas Hannah é um personagem de televisão. Ela é ficção. Claro, eu coloco muito de mim nela. Eu tento trazê-la a vida. Mas isso não faz dela real, e isso não faz com que ela seja eu. Esse é o meu próprio livro- minha primeira chance de contar minha própria história, com minhas próprias palavras. Eu tenho que falar sobre a Hannah. E está tudo bem. Porque eu acho que é por isso que as pessoas relacionam as duas Hannah Montana e Miley Stewart – meus alter-egos na TV. Existem múltiplos lados eu todos nós. Quem nós somos – e quem nos poderemos ser se seguirmos nossos sonhos.
Parece que eu sempre respondo perguntas sobre mim: Eu faço entrevistas para TV, rádio e para revistas: Eu falo para paparazzi e estranhos na rua. Sempre e sempre eu digo as pessoas (e até agora é a verdade) que a turnê está ótima, que o show é muito divertido, e que estou muito orgulhosa do meu álbum. Mais ninguém nunca chegou pra mim e perguntou, “Como você se sente sobre suas mãos? Como elas estão conectadas com a sua arte? O que elas significam pra você?”. Esse livro é o lugar onde eu posso explicar e brincar e refletir e explorar o que realmente importa para mim. Eu quero responder as perguntas que ninguém nunca faz. Eu quero abaixar a guarda. Eu quero falar sobre o que a música significa pra mim, e eu quero mostrar que minha vida nem sempre é sobre a luz do sol e arco-íris. Não é como se eu nunca tivesse sido magoada ou quebrada. Eu me sinto pressionada, não querida, triste, entediada e sozinha. E eu sinto alegria e gratidão. Eu quero compartilhar quem eu realmente sou – não a certinha, com photoshop, e brilhante garota que aparece nas capas de revistas, mais sim uma garota do Nashville – filha do meio que ama Marilyn Monroe e odeia vegetais e que sempre teve idéias engraçadas sobre suas mãos.
Parece que eu sempre respondo perguntas sobre mim: Eu faço entrevistas para TV, rádio e para revistas: Eu falo para paparazzi e estranhos na rua. Sempre e sempre eu digo as pessoas (e até agora é a verdade) que a turnê está ótima, que o show é muito divertido, e que estou muito orgulhosa do meu álbum. Mais ninguém nunca chegou pra mim e perguntou, “Como você se sente sobre suas mãos? Como elas estão conectadas com a sua arte? O que elas significam pra você?”. Esse livro é o lugar onde eu posso explicar e brincar e refletir e explorar o que realmente importa para mim. Eu quero responder as perguntas que ninguém nunca faz. Eu quero abaixar a guarda. Eu quero falar sobre o que a música significa pra mim, e eu quero mostrar que minha vida nem sempre é sobre a luz do sol e arco-íris. Não é como se eu nunca tivesse sido magoada ou quebrada. Eu me sinto pressionada, não querida, triste, entediada e sozinha. E eu sinto alegria e gratidão. Eu quero compartilhar quem eu realmente sou – não a certinha, com photoshop, e brilhante garota que aparece nas capas de revistas, mais sim uma garota do Nashville – filha do meio que ama Marilyn Monroe e odeia vegetais e que sempre teve idéias engraçadas sobre suas mãos.
Quando eu comecei a escrever esse livro eu tinha 15 anos, e eu fiz 16 quando eu estava terminando. Eu sou muito jovem para estar escrevendo sobre a minha vida. Mais eu sou considerada muito jovem para muitas coisas que eu faço e gosto. Não tem nada de errado em ser jovem. Pessoas jovens tem muita energia! Nós temos muito a dizer. Eu nunca não tive o que dizer sobre pensamentos, idéia ou opiniões. Eu sei que eu ainda estou próxima do início da minha vida. Eu estou vivendo uma jornada inacreditável, e está passando super rápido. Então eu quero plantar uma marca exatamente aqui – nesse ponto da estrada - antes que essa imagem comece a se perder enquanto eu sigo em frente. Eu espero que você possa voltar e aproveitar o passeio ** saindo passando um tempo comigo.
** Nota da Miley: Desculpe pela metáfora do interior.
** Nota da Miley: Desculpe pela metáfora do interior.
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